Aqui estou eu, mais ou menos como sempre.
Há tantos anos em dieta, mas sempre a cair no mesmo... Depois de, no ano passado, ter emagrecido cerca de 11 kg (passei dos 79,2 para os 68, qualquer coisa), engordei novamente, e estupidamente, uns 5 kg. Neste momento, depois de umas semanas de dieta, peso 70,9 kg. Sei-o porque me pesei hoje de manhã, em jejum, na minha balança digital, para a qual comprei pilhas ontem...
Portanto, em resumo do que sucedeu nestes últimos anos: se tinha excesso de peso no momento em que pela primeira vez postei neste blog, neste momento tenho ainda excesso de peso. Já experiementei dietas e dietas. Mas a verdade é que, ainda que não esteja magra (antes pelo contrário, assumo), aprendi alguma coisa com toda esta odisseia.
Assim sendo, neste momento, posso afirmar que o que importa é escolher uma dieta e fazê-la, levando-a até ao fim. Seja a dieta de South Beach, a dieta dos Pontos, a dieta dos Três Passos (a última que fiz, que resultou na perda de 11 kg), ou outra que tal, o resultado é matemático: se eu necessito de x calorias por dia para manter determinado peso, mas consumo apenas metade, estarei a obrigar o meu organismo a usar os recursos que possuo, gastando-os. Isto é, emagrecendo.
Quase todas as dietas de emagrecimento funcionam porque implicam restrição calórica; os purgantes resultam (lenta e dolorosamente) porque impedem a absorção de calorias; o exercício físico resulta porque implica o gasto dos recursos do organismo e aumenta a necessidade calórica: e, claro, se eu necessito de mais mil calorias do que as habituais e não as ingiro, estarei a obrigar o meu organismo a usar os recursos que possuo, gastando-os. Isto é, emagrecendo.
O obstáculo ao meu emagrecimento tem sido, ao longo de todos estes anos, a dificuldade de resisitir às tentações, a falha na motivação, o fantasma do desleixo e do espírito desistente.
Mas eu sei a solução, que escreverei mais tarde, porque vou pedalar na minha bicicleta estática.
Publicado por Mónica em
03:55 PM
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